sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

História de mães

     É claro! Existem tipos e tipos de mães! Não sei que tipo eu seria... Talvez uma mãezona maternalista! Mas agora o que eu quero contar são duas experiências muito diferentes, a minha e a de um amigo, com episódios sobre nossas respectivas mãezinhas queridas.
     Minha mãe tem um certo egoncentrismo que chega a ser engraçado. E eu sou filha única, ou seja, a única filha que ela tem e a única que teve. Outro dia eu estava viajando e telefonei pra ela.
O telefone tocou algumas vezes, ela atendeu e o diálogo ocorreu exatamente assim:

- Oi mãe!
- Oi!
Perguntei:
- Tudo bem aí?
- Ela me respondeu:
- Quem tá falando?
     Daí eu pergunto, dá pra acreditar que essa figura tem uma filha apenas? Devo considerar este episódio como rejeição, distração ou brincadeira? Prefiro considerar conscientemente como brincadeira, não é?
     Por outro lado, um amigo me contou outro dia que sua mãe ligou pra ele. Atendendo o telefone, ele a ouviu dizer:
- Oi filhinho, não é ninguém não, é mamãe!
      Acho que as mamães deveriam entrar em um equilibrio concordam?